Já tinha matutado neste assunto anteontem… parece-me que estamos no bom caminho para rivalizar com a cova da moura ou o aleixo. O bairro das parretas começa a ser um local preocupante em termos de miscigenação de credos… migraram (pela força) habitantes de bairros periféricos – sé, andorinhas, palhotas - instalam-se romenos sucateiros e ucranianos das obras, pululam aqueles patetas que passeiam os bonés no cocuruto do cabelo… Não tenho o mínimo de ressalva pelos imigrantes trabalhadores, sejam trolhas, sucateiros ou médicos, são bem-vindos e julgo até que mais se devia fazer no sentido de garantir uma integração comunitária mais eficaz. O problema é que nada é feito neste sentido e os atritos surgem, os casos aparecem e os receios nascem. Não prevejo casos semelhantes ao de Loures, com pistoleiros à boa maneira da jihad a levantar a crista nos passeios, temo apenas pelo que vai (está a) suceder com as gerações mais jovens que crescem nestes ambientes; são estes que antes de mais merecem a devida protecção e salvaguarda dos seus futuros. É necessário que estes miúdos aprendam a valorizar e partilhar as suas diferentes culturas para que cresçam em harmonia, e não, não é um clube de futebol bairrista que vai resolver o assunto…Ah, quanto aos patetas… se calhar são já frutos de uma árvore de outro prado semelhante à que cresce nas parretas…
14/08/08
Ontem preocupou-me...
Já tinha matutado neste assunto anteontem… parece-me que estamos no bom caminho para rivalizar com a cova da moura ou o aleixo. O bairro das parretas começa a ser um local preocupante em termos de miscigenação de credos… migraram (pela força) habitantes de bairros periféricos – sé, andorinhas, palhotas - instalam-se romenos sucateiros e ucranianos das obras, pululam aqueles patetas que passeiam os bonés no cocuruto do cabelo… Não tenho o mínimo de ressalva pelos imigrantes trabalhadores, sejam trolhas, sucateiros ou médicos, são bem-vindos e julgo até que mais se devia fazer no sentido de garantir uma integração comunitária mais eficaz. O problema é que nada é feito neste sentido e os atritos surgem, os casos aparecem e os receios nascem. Não prevejo casos semelhantes ao de Loures, com pistoleiros à boa maneira da jihad a levantar a crista nos passeios, temo apenas pelo que vai (está a) suceder com as gerações mais jovens que crescem nestes ambientes; são estes que antes de mais merecem a devida protecção e salvaguarda dos seus futuros. É necessário que estes miúdos aprendam a valorizar e partilhar as suas diferentes culturas para que cresçam em harmonia, e não, não é um clube de futebol bairrista que vai resolver o assunto…Ah, quanto aos patetas… se calhar são já frutos de uma árvore de outro prado semelhante à que cresce nas parretas…
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